Quando a irmã terminou de louvar, eu acordei com o doutor dizendo que tinha terminado a cirurgia. Fui levada a uma sala chamada de " sala de observação " que fica ao lado do centro cirurgico. Fiquei lá por mais algumas horas até o doutor ter certeza que estava tudo bem comigo. Quando saí, ainda meio sonolenta , dei de cara com meu irmão Lindomar, que havia burlado toda a segurança do hospital e ficou lá me aguardando. Foi muito bom para mim naquele momento, eu realmente precisa ver alguém conhecido naquela hora tão difícil.
No meu quarto minha mãe estava a minha espera também.
No dia seguinte, bem cedinho, o Dr. Ricardo chegou dando ordem para que eu fosse tomar banho, pois ele só iria falar comigo após o banho. Foi difícil pois eu não conseguia ficar de pé, minha mãe e uma enfermeira me ajudaram, me colocaram sentada numa cadeira dentro do box, e me deram banho.
Voltei ao quarto e aguardei anciosamente o Dr. Ricardo, quando ele chegou pediu que reunisse toda a equipe para ver um milagre!
Pediu que a enfermeira retirasse as faixas do meu rosto e limpasse tudo, e começou a sua explicação.
O tumor que era destruidor, havia se reduzido em uma bola do tamanho de uma laranja. Todas as raízes que ele (o tumor ) possuia, haviam sumido milagrosamente, o meu rosto não estava inchado como era previsto e a unica coisa que havia sido destruída foi o osso maxilar esquerdo superior, e por milagre no momento não fazia falta nenhuma.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
um pouco antes da cirurgia
Um pouco antes da cirurgia, o doutor me explicou que a anestesia geral era como piscar os olhos, mas não foi bem assim que aconteceu, para mim foi como se eu estivesse num lindo sonho, então sonhei que uma irmã da igreja que eu frequentava estava cantando o hino nº 15 da harpa cristã ( Cristo cura sim, Cristo cura sim, seu amor por nós é imenso, Ele cura sim).
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